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Memória Revisitada

24 de Junho, 2004 - Arquivo político de Diogo Freitas do Amaral
Professor Diogo Freitas do Amaral doou à Câmara Municipal de Guimarães o seu arquivo político. O espólio constituído por livros, documentos, discos, cassetes de vídeo, entre outros objectos, que ficou à guarda do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta.acta

24 de Junho, 2003 - Casa de Navarros de Andrade
bthEm 24 de Junho de 2003, Dia um de Portugal, Comemoração da Batalha de S. Mamede, foi inaugurado, na antiga Casa de Navarros de Andrade, o novo edifício do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta. A adaptação da Casa Navarros de Andrade a Arquivo resolveu uma das preocupações mais prementes, a salvaguarda, preservação e acesso à nossa memória colectiva.

31 de Janeiro, 1997 - Anuncio de novas instalações do Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
O Presidente da Câmara de Guimarães, António Magalhães, anunciou que o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta não seria instalado na Casa de Martins Sarmento, já que os técnicos da Torre do Tombo afirmaram não possuir as condições necessárias, mas sim no Palacete Navarros de Andrade.bth

21 de Maio, 1993 - O Arquivo Municipal Alfredo Pimenta editou a obra Gerir e Julgar em Guimarães no séc. XV
bthGerir e Julgar em Guimarães no século XV, é um estudo da Dr. ª Maria Conceição Falcão, editado pelo Arquivo no âmbito do programa de divulgação e difusão dos seus fundos documentais.
Este trabalho, debruça-se sobre os funcionários que geriam e julgavam administração da justiça, em Guimarães, durante este período.

13 de Setembro, 1965 - Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Braga (Auto de Entrega)
bthEm 1965, por determinação da Inspecção Superior de Bibliotecas e Arquivos, foram entregues ao Arquivo de Guimarães os livros dos antigos conventos, mosteiros e reguengos pertencentes ao concelho de Guimarães que se haviam conservado incorporados na Biblioteca Pública e Arquivo Distrital de Braga.

5 de Agosto, 1964 - Incorporação dos livros paroquiais (Acta)
Em 1964, por determinação da Inspecção Superior de Biblioteca e Arquivos, o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta passou a incorporar a totalidade dos livros paroquiais das freguesias do concelho de Guimarães.

bth
Cota: AMAP:10-9-7-12

1963 - Convento de Santa Clara
staclaraA partir de 1963, o Convento passou a albergar o Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, que havia sido transferido, de uma forma provisória, para algumas das suas dependências. Em 1968, após obras de adaptação e restauro do Convento para Paços do Concelho, o Arquivo passou a funcionar na antiga capela do Convento, até Junho de 2003.

29 de Fevereiro, 1952 - O Arquivo passou a designar-se Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
A Câmara Municipal de Guimarães propôs que fosse atribuído o nome de Alfredo Pimenta ao Arquivo Municipal, em “honra do ilustre escritor e seu primeiro director”.

A 29 de Fevereiro de 1952 por portaria publicada no Diário do Governo nº 51, II série, passou o Arquivo a designar-se Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, em homenagem àquele que foi seu Director cerca de 20 anos.
acta

29 de Fevereiro, 1952 - Arquivo Municipal Alfredo Pimenta
doc

Por Portaria publicada no “Diário de Governo” n.º 51 – II série, 29 de Fevereiro, passa o Arquivo Municipal de Guimarães a designar-se “Arquivo Municipal Alfredo Pimenta”, em memória daquele que foi seu director durante 20 anos.
alfredo pimentaAlfredo Pimenta
(1882-1950)

Alfredo Pimenta nasceu a 3 de Dezembro de 1882 na casa de Penouços, em S. Mamede de Aldão, Guimarães. Nomeado 2º Conservador da Torre do Tombo, em 1931. No mesmo ano é nomeado Director do Arquivo Municipal de Guimarães e, em 1933, funda o “Boletim de Trabalhos Históricos”. No ano de 1949 foi nomeado Director da Torre do Tombo.
Escritor, investigador, historiador e poeta, Alfredo Pimenta foi autor de uma vastíssima bibliografia, onde se destacam obras como: “Estudos Filosóficos e críticos”; “Subsídios para História de Portugal”; entre tantas outras, para além de numerosos artigos de jornal, colaboração em varias revistas, separatas e opúsculos.
Morreu, em Lisboa, a 15 de Outubro de 1950. Em 1951 os seus restos mortais são trasladados para Guimarães, onde jaz na Capela da Madre Deus.

14 de Outubro, 1934 - Antigos Paços do Concelho
Neste espaço, a 14 de Outubro de 1934 assistiu-se a abertura solene do Arquivo Municipal, valência que ai permaneceu até 1963, altura em se mudou para algumas dependências do Convento de Santa Clara, por razões de segurança, já que o edifício se encontrava em perigo de ruína.pacosdoconcelho

14 de Outubro, 1934 - Abertura ao público do Arquivo Municipal de Guimarães
No dia 14 de Outubro de 1934, deu-se a abertura solene ao público do Arquivo Municipal de Guimarães, no histórico edifício dos Antigos Paços do Concelho, situado no Largo de Nossa Senhora da Oliveira.
Estiveram presentes o então Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, José Francisco dos Santos, o Vereador do pelouro da cultura, A.L. de Carvalho, o Director do Museu Alberto Sampaio, Alfredo Guimarães, o Major Margaride, José Ferrão, entre outras personalidades da época.
O Director do Arquivo Municipal, Alfredo Pimenta, destacou no seu discurso, integralmente publicado no «Boletim de Trabalhos Históricos» em 1936, o programa e orientação que seria dada à instituição, bem como, a enorme riqueza do espólio que o Arquivo possuía para a história de séculos de notáveis acontecimentos na vida nacional e local.
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Março, 1933 - Boletim de Trabalhos Históricos
Em 1933 deu à estampa a primeira edição do Boletim de Trabalhos Históricos, publicação anual lançada pelo ilustre Vimaranense, Dr. Alfredo Pimenta, Director do Arquivo Municipal durante cerca de 20 anos e, desde 1952, seu patrono.
O Primeiro número do Boletim foi “exclusivamente consagrado à memória do eminente archeologo Francisco Martins Sarmento”, de acordo com a nota prévia assinada por Alfredo Pimenta. Enquanto órgão de divulgação cultural, esta publicação tem como objectivo difundir os fundos documentais do Arquivo, bem como dar a conhecer estudos de grande interesse local e regional de diversos autores.

BTH Vol.1,2,3,4 e 5 [1933-1936]
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22 de Dezembro, 1931 - Nomeação de Alfredo Pimenta como Director do Arquivo Municipal
O Dr. Alfredo Pimenta, 2.º conservador do Arquivo Nacional Torre do Tombo, foi nomeado, por portaria de 22 de Dezembro de 1931, Director do Arquivo Municipal de Guimarães.
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Junho, 1931 - Casa Martins Sarmento
casasarmentoEm Junho de 1931 é criado por decreto o Arquivo Municipal de Guimarães, segundo este diploma o Arquivo ficaria instalado nas dependências da Sociedade Martins Sarmento, confinado à sua guarda e direcção. Entre 1931 e 1934, o Arquivo Municipal ocupou o segundo andar deste edifício, onde laboriosamente trabalhou Rodrigo Pimenta na catalogação e inventariação de centenas de documentos.
Em 1934, o edifício foi ocupado por empréstimo e a título provisório pela Câmara Municipal e pelos Serviços de Repartição e Finanças de Guimarães, o que obrigou o Arquivo a mudar-se para os Antigos Paços do Concelho, sito no Largo da Oliveira.

27 de Junho, 1931 - Criação do Arquivo Municipal
Em 27 de Junho de 1931, através do decreto nº 19.952, foi criado o Arquivo Municipal. Por determinação deste decreto, o Arquivo seria instalado nas dependências da Sociedade Martins Sarmento e ficaria confinado à sua guarda e direcção. Esta teria que reunir, conservar, catalogar e facultar, oportunamente, à leitura e consultas públicas os documentos que fazem parte deste recheio, nomeadamente, o arquivo da extinta Colegiada de Guimarães, os documentos do antigo recolhimento do Anjo, processos crimes, cíveis e orfanológicos, livros dos cartórios e tabeliães extintos, livros paroquiais do concelho, todos os documentos, livros, processos e estatutos provenientes das irmandades, corporações e repartições extintas. Esta atribuição confere-lhe funções de Arquivo Distrital, para a área do concelho de Guimarães.bth
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